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Ruína Viva (Parte 2 )





A proposta "Ruína..." transcende a intervenção estética ao subverter a lógica mercantilista do centro urbano, transformando uma estrutura brutalista em um "interstício vivo" que materializa o "Direito à Cidade" através do não consumo. Ao eleger o Ipê amarelo como eixo estruturante da experiência e articular a dualidade entre a rigidez do concreto (memória) e a organicidade da vegetação (vida), o projeto reabilita um vazio urbano convertendo-o em um refúgio democrático de segurança passiva e bem-estar. A estratégia de iluminação narrativa e a hierarquia dos níveis do fluxo térreo ao mirante contemplativo reforçam a arquitetura não como um edifício fechado, mas como uma moldura permeável e poética que devolve ao cidadão o protagonismo no espaço público adensado.



 
 
 

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